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Aprendizagem Iterativa e Adaptação : Um guia para campeões de paisagens

Aprendizagem Iterativa e Adaptação : Um guia para campeões de paisagens

Principais mensagens

  • A aprendizagem iterativa e adaptativa é considerada como características-chave de iniciativas eficazes de Manejo Integrado da Paisagem (MIP), mas os executores do MIP podem precisar de assistência para operacionalizar a aprendizagem iterativa e a adaptação em seus programas.
  • Tendo em vista que as paisagens são sistemas socioecológicos de alta complexidade e dinamismo, repletos de incertezas em relação ao seu funcionamento, interações e reações, as partes interessadas do manejo devem adotar uma abordagem de “aprendizagem na prática” para identificar as melhores práticas e melhorar progressivamente.
  • No manejo adaptativo, o manejo é um experimento que testa intervenções com base nas informações disponíveis e avalia os resultados para ajustar futuras decisões e ações de manejo.
  • Ao convocar as partes interessadas para trabalhar em conjunto em prol de um objetivo comum (colaborar) e ao promover a aprendizagem social (criação de um entendimento comum dentro dos grupos), os facilitadores do MIP podem incentivar uma abordagem iterativa ao planejamento e à tomada de decisões para melhor gerenciar a complexidade em um mundo em mutação com várias incógnitas.
  • São quatro etapas que podem auxiliar na operacionalização deste conceito no MIP: mobilização das partes interessadas, definição do problema/objetivo, planejamento de ações e monitoramento/reflexão (retomando a ação em seguida).


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DOI:
https://doi.org/10.17528/cifor-icraf/009264
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TI  - Aprendizagem Iterativa e Adaptação : Um guia para campeões de paisagens 
AU  - Cronkleton, P. 
AU  - Bourne, M. 
AU  - Walji, K. 
AB  - Principais mensagens
A aprendizagem iterativa e adaptativa é considerada como características-chave de iniciativas eficazes de Manejo Integrado da Paisagem (MIP), mas os executores do MIP podem precisar de assistência para operacionalizar a aprendizagem iterativa e a adaptação em seus programas.
Tendo em vista que as paisagens são sistemas socioecológicos de alta complexidade e dinamismo, repletos de incertezas em relação ao seu funcionamento, interações e reações, as partes interessadas do manejo devem adotar uma abordagem de “aprendizagem na prática” para identificar as melhores práticas e melhorar progressivamente.
No manejo adaptativo, o manejo é um experimento que testa intervenções com base nas informações disponíveis e avalia os resultados para ajustar futuras decisões e ações de manejo.
Ao convocar as partes interessadas para trabalhar em conjunto em prol de um objetivo comum (colaborar) e ao promover a aprendizagem social (criação de um entendimento comum dentro dos grupos), os facilitadores do MIP podem incentivar uma abordagem iterativa ao planejamento e à tomada de decisões para melhor gerenciar a complexidade em um mundo em mutação com várias incógnitas.
São quatro etapas que podem auxiliar na operacionalização deste conceito no MIP: mobilização das partes interessadas, definição do problema/objetivo, planejamento de ações e monitoramento/reflexão (retomando a ação em seguida). 
PY  - 2024 
PB  - CIFOR-ICRAF 
PP  - Bogor, Indonesia and Nairobi, Kenya 
UR  - https://www.cifor-icraf.org/knowledge/publication/9264/ 
DO  - https://doi.org/10.17528/cifor-icraf/009264 
KW  - decision making, evaluation, landscape conservation, monitoring, stakeholders 
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A aprendizagem iterativa e adaptativa é considerada como características-chave de iniciativas eficazes de Manejo Integrado da Paisagem (MIP), mas os executores do MIP podem precisar de assistência para operacionalizar a aprendizagem iterativa e a adaptação em seus programas.
Tendo em vista que as paisagens são sistemas socioecológicos de alta complexidade e dinamismo, repletos de incertezas em relação ao seu funcionamento, interações e reações, as partes interessadas do manejo devem adotar uma abordagem de “aprendizagem na prática” para identificar as melhores práticas e melhorar progressivamente.
No manejo adaptativo, o manejo é um experimento que testa intervenções com base nas informações disponíveis e avalia os resultados para ajustar futuras decisões e ações de manejo.
Ao convocar as partes interessadas para trabalhar em conjunto em prol de um objetivo comum (colaborar) e ao promover a aprendizagem social (criação de um entendimento comum dentro dos grupos), os facilitadores do MIP podem incentivar uma abordagem iterativa ao planejamento e à tomada de decisões para melhor gerenciar a complexidade em um mundo em mutação com várias incógnitas.
São quatro etapas que podem auxiliar na operacionalização deste conceito no MIP: mobilização das partes interessadas, definição do problema/objetivo, planejamento de ações e monitoramento/reflexão (retomando a ação em seguida). 
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    Publisher

    CIFOR-ICRAF: Bogor, Indonesia and Nairobi, Kenya

    Publication year

    2024

    Authors

    Cronkleton, P.; Bourne, M.; Walji, K.

    Language

    Portuguese

    Keywords

    decision making, evaluation, landscape conservation, monitoring, stakeholders